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SOBRE O LIVRO EMBALAGENS PLÁSTICAS

Assim como os demais livros da coleção Embalagem Melhor. Mundo Melhor, nosso objetivo é entregar uma obra que aborde o assunto embalagem plástica desde a concepção até as orientações sobre o correto descarte. Cada autor se dedicou a informar o que há de mais atual sobre seu tema, enquanto a curadoria da equipe do Instituto de Embalagens esteve atenta para agrupar todas as informações de forma coerente.

As embalagens plásticas estão vivendo seu grande momento da verdade: Organizações Não Governamentais (ONGs) ambientais e mídia condenam o material, pois é o que estão vendo na superfície, quando deveriam aproveitar para promover uma onda de educação: nada deveria ir para esgotos, rios e mares, nem para lixões ou parques. É preciso explicar a que o plástico veio, mostrar suas inúmeras aplicações, seus atributos únicos, sua relação com peso versus quantidade do que preserva, a extensão do tempo de vida de alimentos e medicamentos etc.

Por entendermos que existe essa necessidade de conscientizar a população e os desenvolvedores de embalagens que atuam nas empresas donas de marcas sobre as possibilidades e aplicações das embalagens plásticas, o livro fornece informações que balizam suas tomadas de decisão, além de permitir usar melhor todo o potencial do plástico.

O plástico está presente em mais de 60% das embalagens, contribuindo com atributos únicos, tais como flexibilidade de forma, durabilidade, barreiras, relação peso de material versus quantidade de produto protegido e inúmeras outras aplicações, tornando os produtos acessíveis a muito mais pessoas.

Precisamos ter bibliografia isenta e imparcial e com uma linguagem que orienta a indústria – de bens duráveis, de consumo e de transformação plástica. Referências que possam responder a ataques e esclarecer a verdade: o plástico é sustentável e útil para a sociedade.

Os autores convidados entenderam o desafio e buscaram atualização para chegarmos ao resultado esperado: explicar aos leitores os benefícios das embalagens plásticas e como devemos trabalhar para usá-las sem comprometer as gerações futuras, pois:

Embalagens Plásticas Melhores, Mundo Melhor!

Assunta Napolitano Camilo
Diretora do Instituto de Embalagens

 

PREFÁCIO

A população mundial deve crescer mais de 2,2 bilhões de pessoas até 2050, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), especialmente nas áreas urbanas. Em meio a todas as mudanças que ocorrerão nesse novo contexto, precisaremos continuar alimentando toda a nossa população, diariamente.

O desperdício de alimentos é responsável por um terço das emissões de gases de efeito estufa no mundo, segundo o Fundo Mundial para a Natureza (WWF), e as embalagens plásticas são uma importante solução para combater essa perda, conservando melhor os alimentos e garantindo sua qualidade e segurança entre o produtor e o consumidor final.

As embalagens – tanto as destinadas para alimentos e bebidas quanto às voltadas para artigos de higiene pessoal e limpeza, por exemplo – surgiram para oferecer à população maior acesso a produtos, aumentar a vida de prateleira desses itens, facilitar a logística de transporte e diminuir danos no trajeto. Nesse cenário, o material plástico possui a vantagem do custo-benefício, possibilitando o desenvolvimento de um produto mais acessível.

A embalagem plástica vem a contribuir também para a diminuição da produção de lixo. Atualmente, as regiões urbanas da América Latina e do Caribe produzem 541 mil toneladas de lixo diariamente, de acordo com a Associação Internacional de Resíduos Sólidos (Iswa). Esse número seria muito maior se não contássemos com os benefícios do plástico, que diminui significativamente o volume e o peso das embalagens e, como consequência, a necessidade de transporte de lixo.

A indústria do plástico caminha rumo à sustentabilidade e à efetivação da economia circular em sua cadeia produtiva com o aperfeiçoamento do design das embalagens, encontrando soluções e estabelecendo padrões para os produtos, a fim de que tenham maiores índices de reciclabilidade. Busca-se ainda o desenvolvimento de embalagens que utilizem menos matéria-prima, que sejam menores, mais eficientes e inteligentes e que
proporcionem maior durabilidade do produto.

O 18º livro da coleção “Embalagem melhor. Mundo Melhor” versa sobre esse universo das embalagens plásticas, abordando todas as etapas, desde o conceito até a destinação final. Com essa publicação, o Instituto de Embalagens, entidade parceira da ABIPLAST, presta um grande serviço à sociedade ao jogar luz sobre a importância dessas embalagens para o mundo moderno, as quais serão imprescindíveis também para as gerações futuras.

A todos desejo uma boa e esclarecedora leitura.

José Ricardo Roriz Coelho
President of the Brazilian Association of the Plastic Industry (Abiplast)

 

PREFÁCIO

A indústria de embalagens plásticas enfrenta um dos seus maiores desafios nos últimos tempos, uma vez que há uma tempestade de informações de grupos ambientalistas, governos e consumidores que soam como uma vingança da grande imprensa.

Apesar dos exemplos de jornalismo incendiário e estudos científicos discutíveis, as empresas da cadeia de valor de embalagens têm trabalhado arduamente para derrubar os mitos e promover as virtudes dos plásticos. Donos de marcas, varejistas e até mesmo convertedores reagiram, assumindo compromissos ousados – geralmente com a meta de 2025 – de reciclagem, reusabilidade e/ou compostabilidade.

Existem várias megatendências que definem o cenário atual do mercado global de embalagens de quase US$ 1 trilhão: crescimento do canal de comércio eletrônico; rápida mudança da preferência do consumidor; compressão de margens de empresas e varejistas; aumento da pressão sobre a sustentabilidade; e digitalização de embalagens.

Enquanto alguns deles já foram abordados pela indústria, o que os torna tendências importantes é a intensidade atual. As leis aprovadas relacionadas ao uso de plásticos se multiplicam em todo o mundo, e os consumidores demonstram maior interesse pelo meio ambiente, muitas vezes em detrimento dos plásticos.

Esse é o momento de reflexão e ação para a indústria de embalagens plásticas e, talvez, o de colocar a casa em ordem e reaplicar sua reivindicação.

A busca pela circularidade está tomando o centro das atenções, e grandes progressos foram feitos na indústria de reciclagem na Europa e na América do Norte, especialmente com a necessidade de promover o valor dos plásticos para a sustentabilidade. Junto com o aumento do uso de conteúdo reciclado, tem havido um grande esforço para tornar as embalagens plásticas flexíveis mais recicláveis e, quando possível, monomateriais.

Os plásticos são materiais incríveis e serviram para melhorar as nossas vidas durante décadas, seja através do aumento da vida útil do produto, da redução do desperdício de alimentos ou de soluções mais ergonômicas e funcionais. A partir de agora, veremos mais embalagens com peso menor, novos materiais, melhor reciclabilidade, mais inteligentes e com maior uso de automação na indústria.

As metas para a indústria de embalagens plásticas incluem reutilização, reciclagem e redesenho (ou inovação). Para atingir esses objetivos, nunca foi tão importante para as empresas da cadeia de valor colaborarem. Mas eles também precisam promover melhor os benefícios dos plásticos, porque só assim a indústria pode começar a virar a maré e convencer os céticos.

Os plásticos são materiais verdadeiramente notáveis que beneficiaram cada um de nós. Eles continuam sendo a melhor escolha para uma grande variedade de aplicações de empacotamento quando são realizadas análises completas do ciclo de vida. É esse tipo de mensagem que a indústria plástica precisa gritar um pouco mais alto.

Steven Pacitti, editor da revista Plastics in Packaging (plasticsinpackaging.com) e presidente da
International Packaging Press Organization (IPPO) (Organização Internacional de Jornalistas de Embalagens)

O Instituto de Embalagens leva aos profissionais da indústria informações atualizadas conforme sua crença: Embalagem melhor, Mundo Melhor!

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